29/04/2013

FORMANDOS DE HISTÓRIA DA FTC HOMENAGEIAM JHONATAS COMO PARANINFO



No último dia 13, a convite dos formandos do curso de História da Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC), Jhonatas Monteiro (PSOL) participou da cerimônia de formatura como Paraninfo da turma “Descobridores do conhecimento”. Em seu discurso, Jhonatas chamou atenção para como os formandos ouviram a pergunta “pra que serve a História?” dos seus familiares, amigos, vizinhos, alunos e mesmo de inúmeros desconhecidos. Dessa maneira, Jhonatas traçou uma reflexão sobre as múltiplas dimensões da pertinência desse questionamento, “que não se resume apenas à atuação profissional, ainda mais no contexto de massacre diário do professorado pelo governo municipal e governo estadual”. Em especial, apontou como a reflexão histórica, numa época de forte individualismo, serve para definir o quão coletiva é a vida, pois inevitavelmente demonstra que vivemos em coletivo e nos relacionamos direta e indiretamente com outras pessoas. Associado a isso, Jhonatas apontou o aspecto “desnaturalizador” da História ao explicar a mudança da sociedade: “como percebemos de modo mais evidente nas roupas ou na tecnologia, a transformação das relações sociais é algo em constante acontecimento e, portanto, o que é ‘natural’ hoje pode não ter sido ontem e pode não ser amanhã”. Nesse sentido, colocou para os seus novos colegas de profissão o aspecto “mobilizador” do conhecimento histórico já que este indica permanentemente que a nossa época, como outras antes dela, também está em transformações que exigem a nossa atenção e participação consciente. Afinal, concluiu Jhonatas, “se a nossa sociedade está mudando, que se transforme em algo melhor onde a diferença não seja o sinônimo de desigualdade” e, para tanto, “devemos enfrentar os preconceitos, opressões e exploração infelizmente ainda presentes”.

Ascom PSOL

31/03/2013

FORMANDOS DE ECONOMIA DA UEFS ESCOLHEM JHONATAS COMO PATRONO



Na última sexta-feira (22), Jhonatas Monteiro (PSOL) participou como convidado homenageado da cerimônia de formatura do Curso de Economia da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Entre outras homenagens, os formandos escolherem o economista e pensador social Celso Furtado como nome da turma e a Jhonatas como Patrono dela. Os estudantes destacaram a trajetória de engajamento de Jhonatas, citando desde a sua participação nos movimentos de base católicos, passando pela sua atuação no movimento estudantil, até as lutas políticas que tem travado em Feira de Santana. No seu discurso, Jhonatas enfatizou o dever da universidade em formar indivíduos cuja competência técnica signifique reflexão social, cultural e política coerente com as necessidades da maioria da população. Jhonatas também criticou a premissa, aceita pelas correntes mais conservadoras da Economia, de que todo ser humano é naturalmente individualista e age, por isso, de forma egoísta nas suas relações sociais: “ser um técnico competente [em Economia] significa, assim, não confundir a razão humana com um pedaço dela; não confundir satisfação com individualismo. Ou seja, recuperar a reflexão de Furtado, mas ir adiante dela”. Em sua saudação final à turma, Jhonatas ainda reafirmou que “São esses os ‘técnicos’ que a sociedade deseja, que os inúmeros anônimos e anônimas que pagam a universidade pública necessitam e que, com certeza, vocês podem ser”.

 

28/03/2013

EM PANFLETAGEM, JHONATAS DIVULGA CAMPANHA DE FILIAÇÃO AO PSOL



Na tarde da última terça-feira (26), como parte da campanha de filiação ao PSOL, Jhonatas Monteiro e outros militantes do Partido fizeram panfletagem no Terminal Central de Feira de Santana. Na oportunidade, houve diálogo sobre o objetivo e as formas de atuação do PSOL, esclarecimento sobre como se filiar e também inúmeras demonstrações de apoio e parabéns pela campanha eleitoral em 2012. Além disso, como não poderia ser diferente, a militância do PSOL escutou várias queixas sobre a péssima situação do transporte coletivo em Feira: os atrasos, a precariedade dos ônibus, a carestia da tarifa, dentre outros problemas. Dessa forma, ao estilo que marcou a campanha de Jhonatas durante as eleições, a panfletagem se transformou em momento de escuta direta dos anseios e opiniões da população. O PSOL Feira realizará atividades com o mesmo caráter tanto durante a campanha de filiação, até início de abril, quanto ao longo de todo o ano sobre outras temáticas. As pessoas interessadas em filiação ao PSOL ou participar de uma reunião de apresentação da proposta política do Partido, além do perfil do PSOL no Facebook, podem entrar em contato através do telefone 75 9191-6860 ou do email psol.fsa@gmail.com.

Ascom PSOL

27/03/2013

JHONATAS CRITICA DESCOMPROMISSO DA GESTÃO MUNICIPAL COM A PARTICIPAÇÃO POPULAR



“Não há interesse, por parte da atual administração municipal, em garantir participação popular na decisão de obras e serviços para Feira de Santana”, é a conclusão de Jhonatas Monteiro (PSOL) após a ida à Audiência Pública realizada ontem (26), no Auditório João Batista Cerqueira, da Secretaria de Saúde. Supostamente, o evento seria a oportunidade promovida por obrigação legal pela Secretaria de Planejamento para ouvir a população em relação à elaboração dos projetos de lei do Plano Plurianual (PPA), para o período de 2014 a 2017, e da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), para o ano de 2014. Justamente por solicitação de representantes de organizações populares, a Audiência foi remarcada do dia 12 deste mês para a última terça-feira e o poder público havia se comprometido com ampla divulgação como meio de incentivar a participação da população nesse momento importante de definição de obras e serviços. Porém, para Jhonatas, “não houve qualquer interesse da prefeitura em divulgar essa atividade, tanto mais que a divulgação pública se restringiu a uma nota secundária no site da prefeitura, sem qualquer uso do espaço de rádio, TV, outdoors, cartilhas de esclarecimento, entre outros meios de estimular a população a participar”. Nesse sentido, Jhonatas afirmou que “parece claro que se trata de opção política da atual gestão alegar a ‘baixa participação da sociedade civil’ para justificar a decisão autoritária das prioridades no orçamento de 2014 e dos gastos nos próximos quatro anos”. Além disso, como dito pelos poucos representantes populares presentes, a realização da atividade no meio da semana e em horário de trabalho é outro impedimento real à participação de muitos interessados. Jhonatas ainda chamou atenção para o absurdo de numa única manhã estar prevista a discussão de serviços e obras para três Regiões Administrativas de Feira (I, II e III), áreas que abrangem mais de quatorze bairros cada uma: “Não há legitimidade em um espaço com participação reduzida pela falta deliberada de divulgação pública e com tempo escasso para discussão sobre as soluções que interessam à maioria da população de Regiões Administrativas que juntas têm mais de 270 mil pessoas, fora mais de 190 mil pessoas das duas Regiões Administrativas previstas para a tarde”. Dessa maneira, juntamente com outros presentes, apresentou a proposta de realização de um novo ciclo de audiências nos bairros e em cada Região Administrativa, cobrou da atual gestão o real compromisso com a divulgação pública das atividades por todos meios que a prefeitura tem a disposição e se retirou do que considerou uma “farsa enquanto espaço de participação”.

Ascom PSOL

JHONATAS DISCUTE JUVENTUDE, TRABALHO E PARTICIPAÇÃO EM IRARÁ



No último sábado (23), Jhonatas Monteiro (PSOL) esteve em reunião no município de Irará, realizada na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais. Além de Jhonatas e Hamilton Assis (ex-candidato a prefeito e membro da direção municipal do PSOL em Salvador), estiveram presentes militantes da direção do PSOL de Feira de Santana, militantes e simpatizantes do PSOL de Irará, lideranças comunitárias, integrantes de grupos de juventude, jornalistas e radialistas locais. A “roda de conversa” objetivou a retomada da construção do PSOL em Irará, a reflexão sobre a realidade do município e a maior articulação das lutas populares na região. O tema desse primeiro momento foi “juventude, trabalho e participação política”. Dentre as questões debatidas, a falta de alternativas econômicas que provoca a migração de grande número de jovens de Irará para outros municípios, a crescente presença do tráfico nas comunidades e em especial entre os jovens, as relações de dependência e favor político que dificultam a mobilização popular autônoma, bem como a falta de um projeto de desenvolvimento realmente ligado às necessidades do município. Sobre a juventude, Jhonatas indicou que essa realidade, também sentida em diversos outros lugares, deve ser enfrentada com “organização da juventude iraraense, com ampliação de espaços coletivos e comunitários, pressionando para que a questão dos jovens entre na agenda pública do município e, portanto, saia da invisibilidade”. Tanto em relação à migração jovem quanto da população em geral, Jhonatas e os presentes discutiram possibilidades de desenvolvimento local a partir de experiências que garantam mais autonomia em relação aos “favores políticos” ou à escassez de trabalho digno, como o trabalho cooperado e a valorização da cultura local através da prática da agricultura familiar adaptada à região. A reunião permitiu uma boa reflexão coletiva dos desafios colocados para a atuação na realidade de Irará, análise dos problemas encontrados pela maioria da população iraraense, assim como possibilitou esclarecimentos sobre o perfil político do PSOL e perspectivas de ação conjunta na região. Justamente por essa avaliação positiva, os presentes sinalizaram uma nova reunião a ser realizada dentro das próximas semanas.

Ascom PSOL

25/03/2013

A LUTA CONTINUA CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DO CLÉRISTON: JHONATAS PARTICIPA DE ASSEMBLEIA DE TRABALHADORES




Na última sexta-feira (22), Jhonatas Monteiro (PSOL) esteve presente na assembléia dos funcionários do Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), promovida pela Comissão de Mobilização contra a Privatização do HGCA. Na oportunidade, Jhonatas se solidarizou com a luta dos trabalhadores e trabalhadoras do hospital e mais uma vez declarou apoio ao movimento, afirmando que a “privatização não é o melhor caminho para solucionar os problemas do hospital, ainda mais porque muitos dos problemas do Clériston são frutos da opção deliberada do governo estadual de sucatear a instituição”. Jhonatas afirmou que o Secretário Estadual de Saúde, Jorge Solla, não apresentou nenhum documento público com o projeto da dita “publicização” ou mesmo com um estudo de impacto da gestão do HGCA através de uma “Organização Social” (OS). Dessa maneira, Jhonatas evidenciou que a condução do processo de privatização do HGCA não aconteceu de forma democrática, pois não houve publicidade da proposta para discussão prévia por parte dos funcionários da instituição e nem da sociedade; assim como nem mesmo os Conselhos Municipal e Estadual de Saúde foram consultados Diante da modalidade de gestão que o governo do estado quer impor ao hospital, Jhonatas indicou, com diversos exemplos, elementos técnicos que mostram que a modalidade das OSs, além de ser uma transferência direta de recursos públicos para a iniciativa privada, também não é um modelo de gestão que traz mais eficiência, como tanto é propagandeado: aumenta a desigualdade salarial entre os cargos de chefia e todas as outras funções, tem custo mais elevado por leito, aumenta o tempo em que o paciente fica sozinho no leito, não melhora indicadores de saúde como a taxa de mortalidade, entre outros problemas. Para finalizar, Jhonatas disse que a luta pelo caráter público do HGCA é algo que interessa não só aos funcionários do Hospital, mas também à maioria da sociedade que necessita de solução para os problemas do HGCA e do SUS de qualidade. A assembleia, que contou com ampla participação, decidiu por consenso continuar e expandir a mobilização, inclusive com novas atividades dentro e fora do HGCA ao longo das próximas semanas.

Ascom PSOL

15/03/2013

EM EVENTO DE COMPUTAÇÃO, JHONATAS DISCUTE AVANÇOS TECNOLÓGICOS E PARTICIPAÇÃO SOCIAL


Na última quarta-feira (13), Jhonatas Monteiro esteve à tarde em atividade promovida pelo Diretório Acadêmico de Engenharia da Computação da UEFS para recepcionar os estudantes do curso, convidado a falar sobre o tema “Avanços Tecnológicos, Participação da Sociedade Civil e Políticas de Inclusão Digital”. Jhonatas inicialmente apontou a íntima relação entre o contexto social e o uso dos instrumentos tecnológicos, em especial as tecnologias de informação disponíveis em cada  época: “Todas as revoluções ou momentos de grande participação popular ampliaram, fortemente, o uso dos meios de informação à disposição”. Nesse sentido, Jhonatas exemplificou através do uso dos jornais durante a Revolução Francesa, a presença dos cartazes na Revolução Russa ou na Guerra Civil Espanhola, o importante papel das rádios comunitárias para reverter o golpe contra Hugo Chávez em 2002 e, mais recentemente, as redes sociais no processo da chamada ‘Primavera Árabe’”. Dessa forma, se a tecnologia não pode ser considerada a única responsável pela mobilização das pessoas, como erroneamente insistem os grandes meios de comunicação, a apropriação ampla das tecnologias de informação é uma característica dos processos de transformação social. Em específico sobre a internet, com base no argumento anterior, Jhonatas caracterizou o papel que as redes sociais cumprem hoje na disseminação de informações, no processo de participação da sociedade civil e em mobilizações organizadas a partir delas. Contudo, alertou para a possível “ingenuidade” na relação com a rede: criticou tanto a perspectiva que as transformações sociais possam acontecer somente a partir dos processos de mobilização nas redes sociais quanto a ideia que a internet é plenamente democrática. Nesse sentido, Jhonatas defendeu a democratização do acesso à rede como um direito social, discutindo os problemas no recente Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), e a segurança das informações de cada cidadão, exemplificando com os movimentos em torno da criptografia de dados contra abusos de governos e empresas. Além desses dois aspectos políticos, Jhonatas também discutiu questões como a baixa utilização de software livre por parte do poder público, a falta de compromisso dos governos baianos e feirenses com a inovação tecnológica como instrumento de desenvolvimento social e as possibilidades de uso das tecnologias de informação para reformulação do modelo educacional vigente. O espaço contou ainda com momento para comentários e questionamentos, circunstância em que o público jovem demonstrou maturidade na compreensão dos limites e potenciais do uso das redes sociais como instrumento para transformação da sociedade.

Ascom PSOL