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18 de set. de 2012

Em reunião na III Igreja Congregacional, Jhonatas 50 (PSOL) discute juventude

Jhonatas Monteiro esteve na noite da última quarta-feira (12) na III Igreja Evangélica Congregacional, no bairro do Tomba, acompanhado do candidato a vice, Marcos Monteiro; da candidata à vereadora, Sidinea Pedreira (50123); de militantes e simpatizantes do PSOL. Em especial, a atividade contou com forte presença da juventude da comunidade. Jhonatas expôs as principais motivações da candidatura do PSOL nestas eleições municipais, enfatizando mais uma vez que “Mais do que disputar outubro, estamos preocupados com o pós-outubro. Mais do que disputar as eleições, estamos preocupados em disputar uma nova visão do que Feira pode ser”. Por sua vez, Marcos Monteiro ressaltou a importância do processo eleitoral para a reflexão do exercício da cidadania e apresentou a participação popular direta nas principais decisões do município como um eixo central do Programa de Governo do PSOL. Refletindo a realidade vivenciada pela localidade da Igreja, as perguntas da comunidade tiveram maior ênfase na falta de segurança e na situação de vulnerabilidade dos jovens. Jhonatas destacou a necessidade de garantir “visibilidade positiva” para a juventude, como o direito à cultura, esporte e lazer nos bairros populares e periféricos, bem como inclusão prioritária na política de formação de cooperativas e associações para geração de renda. Além disso, Jhonatas chamou atenção também para o fato que para uma política de segurança, a ação repressiva não é a mais efetiva, mas sim articular a segurança aos outros serviços públicos, como a saúde pública e assistência social, assim como uma guarda municipal que tenha ação comunitária. Sidinea fez as considerações finais da atividade parabenizando a iniciativa democrática da Igreja, uma vez que contribui para o esclarecimento e politização do período eleitoral.

Jhonatas 50 Prefeito
e-mail: jhonatasprefeito50@yahoo.com.br
Facebook – Perfil: Jhonatas Monteiro 50
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Twitter: Jhonatas_50

12 de jul. de 2012

DIREITO DE GREVE NO ESTADO DE DIREITO – Por Marcos Monteiro

Por Marcos Monteiro*
Greve é direito assegurado pela lei da maioria dos países do mundo e pertence ao sistema capitalista. Ou seja, é instrumento de luta moderado, apenas para tentar diminuir o desequilíbrio nas relações capital-trabalho. Quando acontece no setor público, como na greve dos professores do Estado da Bahia, levanta uma série de questões.

19 de jun. de 2012

O SOL DA LIBERDADE – Por Marcos Monteiro

Por Marcos Monteiro*
Participar de um partido nascente, como o PSOL, é tirar do cabide sonhos e utopias e vestir a camisa da esperança. Houve um tempo em que o socialismo era o sonho de uma maioria e o pesadelo de minorias, as quais curiosamente sempre detiveram o poder. E nesses tempos parecia que o mundo iria mudar logo e para melhor. Os sonhos foram perdendo a cor e as utopias mudaram para tão distante que pareciam ter desaparecido.

18 de jan. de 2012

A Quem Desinteressar Possa - Por Marcos Monteiro

Por Marcos Monteiro*

Vivemos a história ocidental na região demarcada pelo verbo ser. O que somos, fomos, seremos, tem definido programas, prioridades e organizado o nosso cotidiano ao nível das diversas relações. O nosso ser está cada vez mais definido pelo presente do indicativo na primeira pessoa: sou. Daí a pergunta competente presente nos conflitos maiores e menores: “Você sabe com quem está falando?”.

Na filosofia, o verbo ser se torna substantivo e a questão do ser central. “Por que o ser e não o nada?”. Pergunta nunca abandonada, retomada ciclicamente, abrandada pela análise do existente, o ser humano concreto em sua dimensão temporal, pensado a partir do seu cotidiano pelo alemão Heidegger. Desse modo, em vez da dureza do “ser”, a construção do “sendo”, ser que se vai construindo em uma história nunca terminada.

12 de jan. de 2012

A Colcha de Retalhos do Novo Ano - Por Marcos Monteiro

Por Marcos Monteiro*

Com as melhores tiras conhecidas e com as desconhecidas que virão, somos chamados a construir o novo ano. Porque um ano é colcha de retalhos, porção grande de pano feita de pequenas porções, costuradas em muitas tradições na festa barulhenta do mutirão. Um ano é tempo suficiente costurado de tempos insuficientes, tempo demais feito de tempos de menos, retalhos de tempo cerzidos e unidos pelos artesãos e artesãs que somos nós.

20 de dez. de 2011

Sempre é Tempo de Tomar Partido – Por Marcos Monteiro

Marcos Monteiro*

O desejo de me filiar a partidos políticos havia sido adiado constantemente até que amigos do PSOL em Feira de Santana me procuraram para examinar a possibilidade de filiação. O plano de me filiar ao PT continuou, mesmo depois do propalado escândalo do “mensalão”. Surpreendido em flagrante delito, imaginei que o PT abandonaria sua pose de infalível. O mundo poderia ficar um pouco melhor sem uma de suas duas instâncias infalíveis, o Vaticano e o PT.

Entretanto, o PT seguiu a lógica de todos os partidos, no Brasil e no Mundo: à medida que avança na conquista de poder, esquece de ser partido e assume posturas e bandeiras tão absurdas que nenhum contorcionismo político pode garantir. O famoso exercício da governabilidade traz suficientes problemas para criar nós em todos os fios do serviço público, cuja rede serve cada vez menos ao povo.

19 de jun. de 2011

SOCIALISMO, SUBSTANTIVO COMUM



Marcos Monteiro*

O “socialismo” é um substantivo comum precisando urgente de adjetivos incomuns. No jogo das palavras que produzem a história, “socialismo” é substantivo quase banido do nosso noticiário, da nossa política e do nosso cotidiano. Sorrateiramente, o vocábulo foi sendo exilado para as margens da vida, para alívio de alguns, especialmente para os grupos que vivem confortavelmente neste mundo tão desconfortável.

Quem viveu a efervescência dos anos sessenta (e seguintes) e a esperança quase tocada de um mundo melhor, sabe que o substantivo comum “socialismo” já foi sinônimo exatamente de “esperança” e de “mundo melhor”, palavra que juntava gente e que ameaçava interesses, palavra gritada, cantada, escrita, publicada, anunciada, palavra que fazia sonhar parte da população e causava insônia na outra, nessa minoria privilegiada, cercada de luxo em uma estrutura produtora de lixo e miséria.